AQUELE CAIS!

José Ernesto Ferraresso


Até quando eu não sei,
Naquilo que podia acreditar
O que me levou a crer
Eu ainda não sei.

Só me restou fantasiar,
Quando criança eu avistei o mar
Mundo de magia e de ilusões,
Também de muitas interrogações,

No cais , eu ali parado,
Nem sequer podia imaginar
Onde toda aquela imensidão,
Podia então chegar.

Barcos e veleiros eu avistava ao longe,
Meus olhos não paravam de admirar
Aquela paisagem fantástica inebriante
Faziam os veleiros mais pequenos sumir distante

Hoje penso mais profundo,
Nos mistérios desse mundo,
Nossa vida é como esse mar,
E não sabemos o rumo que irá tomar.

Serra Negra
24/02/2007



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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