OLHOS NO CAIS

Eliane Couto Triska


Pequenas chamas que ao farol alcança
Fitando o dia, amanhecido e vago
Auréolas verdes, póstuma lembrança
De chão batido quente que orvalho.

Livre riqueza circulante ao cais
Na onda morta explodida aos ventos
Velho navio indiferente traz
Especiarias, lendas e ungüentos.

Ai se me deres no aguardado dia
A terra prometida desses olhos
No ceú dos teus o meu expiraria.

Veria o leito espalmando a maresia
E nos risos, aportado o antigo sonho
O farol que acenando te trazia.

24.02.2007



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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